Quinta-feira, Setembro 02, 2010

Etéreo casamento

Livremente soltos num lugar sem paredes,

Imaginamos um mundo por descobrir

Barreiras sonhados que trepamos

E que nos erguem sem nunca destruir

Recordo-te na noite e na guitarra

Dou-me ao toque das cordas e canto.

A música que te prometi é agora mais bela

Deslocada de onde foi criada,

Entregue à poesia do que sou.

E é aqui que respiro; que não jogo.

Posso levar-te? Ter-te? Sonhar-te?

Abraça-me; transporta-me; bebe-me de um trago só.

Zelarei por ti até que a morte nos separe.

1 jogador(s):

v disse...

só agora que o guardei,
finalmente te posso dizer,
sem medo de me arrepender,
é tão lindo o que sonhei.

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